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Que nossos alunos tenham capacidade de sonhar, mas que - sobretudo - realizem em sua plenitude seus projetos de vida

Psicólogo Tiago Tamborini fala sobre valores, tecnologia e ‘Baleia Azul’

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Tiago Tamborini

 

Nesta quinta-feira, 20 de abril, o Pueri Domus recebeu o psicólogo Tiago Tamborini (pai da aluna Giovana, do Infantil I da unidade Verbo Divino) para um bate-papo com familiares de alunos sobre a criança e o jovem do século XXI e os desafios das famílias frente aos valores, hábitos, perigos e oportunidades que cercam a nova geração.

 

O especialista falou sobre tecnologia, limites e frustrações, relacionamento entre pais e filhos, e ainda comentou sobre o jogo ‘Baleia Azul’, que vêm tirando o sono de muitas famílias. Confira os detalhes aqui no Blog do Pueri:

 

PUERI DOMUS – O jovem de hoje tem alguns valores que podem ser perigosos, como o consumo, a competição e a busca por autonomia. Como os pais devem se colocar diante disso?

TIAGO TAMBORINI – A regra é se contrapor. Se o mundo está consumista, por exemplo, como é que eu me contraponho a isso? Como é que eu trago o outro lado da história para o meu filho? Uma vez identificado um valor que você não acha legal, procure criar contrapontos a ele. Por exemplo, se é natural hoje ser consumista por haver uma enorme demanda sobre isso, eu posso fazer o seguinte contraponto: como é que na minha casa eu me relaciono com o consumo? Que tipo de viagem eu faço? Que tipo de relação eu tenho com o gasto? É este contraponto que vai me ajudar a trazer para o jovem outra visão.

 

PD – A internet, os smartphones e seus aplicativos, os tablets, tudo isso faz parte da realidade das crianças e adolescentes. Em que situações os pais devem limitar o uso da tecnologia sem privar seus filhos dela?

T – É preciso ter bom senso. A primeira coisa é observar seu filho e entender que tem crianças que jogam durante 1 hora por dia e tudo bem, e tem crianças que jogam 3 horas por dia e tudo bem. Depende do modo como ela se relaciona com a tecnologia, que tipo de uso ela faz e como isso está na vida dela. O jovem que está vinculado com estudo, estuda direito, entrega os trabalhos, é organizado, se ele quer jogar um pouco mais, ele pode. Ele está querendo te dizer ‘olha, eu sei me relacionar com isso’. Agora, o jovem que está com dificuldade de comprometimento com a vida, que não faz esporte, que não estuda, etc, com este talvez seja necessário ter um controle maior sobre a tecnologia, que é uma influência e uma sedução muito grandes. Num primeiro momento você tem que olhar para o seu filho e ver ‘quem é ele’ e depois analisar o quanto a tecnologia está realmente causando um problema, porque para muitos não é. Depende muito de como é o seu filho e, dependendo do caso, a melhor solução é restringir.

 

PD – Como estimular a busca por conhecimento em meio a tanta informação acessível na internet?

T – Através da curiosidade. Primeiro em você, como pai e mãe, mostrar curiosidade pela vida. Por exemplo, que tipo de viagem você faz, que lugares visita, que livros lê, etc. Para o jovem, adolescente ou criança, falar um pouco mais na língua deles diante da curiosidade que ele possa ter. Às vezes você quer que seu filho leia, mas traz para ele um livro muito complexo ou algo muito simplório. Minha dica é: vai diante dos desejos dele. Talvez ele esteja mais interessado em ler a bibliografia do Steve Jobs, ou a bibliografia do Zuckerberg, criador do Facebook. Você não quer que ele leia? Então você pode estimular a curiosidade dele diante dos desejos do dia-a-dia dele. A grande regra para estimular conhecimento é estimular curiosidade, e eu só fico curioso por alguma coisa que, de alguma forma, me estimula. Mas isso tem que começar em nós, pais.

 

PD – As crianças e jovens atualmente têm um limite menor para a frustração. Como os pais podem lidar com isso?

T - O melhor jeito de fazer isso é frustrar. Só aprendemos a lidar com a frustração quando a gente entende que ela é inevitável. Ninguém tem que gostar de se frustrar, ninguém gosta, mas é necessário entender que ela existe e que faz parte da construção da maturidade. Então, como você ensina seu filho a lidar com isso? Frustrando, deixando-o bravo, triste, dizendo ‘não’, restringindo ou retardando, dizendo ‘agora não’ ou ‘mais tarde’. Na hora que seu filho entender que vai ter que enfrentar a frustração, ele aprende a lidar com ela. Se o seu filho não tiver esses limites, não aprender a lidar com a frustração, no futuro ele terá pouca inteligência emocional, pode ficar irritadiço, deprimido, agressivo, imediatista. A falta de capacidade para lidar com a frustração gera uma série de problemas.

 

PD – Nas últimas semanas ‘viralizou’ na internet e nos noticiários o jogo da Baleia Azul. Isso é preocupante mesmo? Em quais casos os pais devem ficar atentos?

T - Devem se preocupar os pais de crianças e adolescentes que tenham algum indício de depressão ou algum diagnóstico psiquiátrico. Se você está notando seu filho com alguma característica preocupante de sociabilização, de reclusão, de tristeza ou qualquer coisa que indique uma possibilidade de depressão, ou diagnóstico psiquiátrico como esquizofrenia, aí, sim, há um potencial risco. Para os pais que têm um filho que está vivendo uma vida ‘ok’, que não têm nenhum tipo de consequência psíquica atualmente, essa história de ‘Baleia Azul’ será só mais uma curiosidade, uma brincadeira que não vai levar às vias de fato. Então, diante desse assunto, primeiramente o conselho é se acalmar e, depois, orientar. Não é porque não vai levar às vias de fato que você não tem que ajudar seu filho a entender que isso é uma tolice, uma loucura. Mesmo que você ache que seu filho não vá cometer suicídio, é o momento de orientar quanto aos valores sobre isso.

 

PD – E como você identifica que seu filho está enfrentando algum problema, que pode se tornar potencial ‘vítima’ desse jogo?

T - Se tem dúvida, busque ajuda. Marque uma reunião na escola ou com o psicólogo. Na dúvida não pense duas vezes. Se os pais têm dúvida, é porque aí já tem alguma coisa errada. Pecar pelo excesso não te faz perder nada, mas pecar pela falta é ruim. Na dúvida, procure ajuda.

Alunas da unidade Verbo Divino são selecionadas como finalistas na Febrace 2017

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As alunas do Ensino Médio da unidade Verbo Divino Aline Pugliesi, Isadora Eivazian e Nicolle Paiano foram selecionadas como finalistas na mostra de projetos científicos da Febrace 2017, Feira Brasileira de Ciências e Engenharia, que ocorre de 21 a 23 de março na Universidade de São Paulo. O evento é um movimento nacional de estímulo ao jovem cientista, considerado a maior mostra de jovens talentos pré-universitários e seus trabalhos de pesquisa.

 

As meninas concorrem com o projeto “Jogo para auxílio de crianças entre 8 e 10 anos que possuem Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH)”, desenvolvido em 2015 para o projeto Olho de Prata, em que os alunos da 1ª série do Ensino Médio fazem trabalhos de pesquisa e desenvolvimento científicos a partir da escolha de um tema.

 

Aline, Isadora e Nicole criaram um jogo de tabuleiro chamado ‘Focus’, que incentiva a interação social da criança com TDAH e o desenvolvimento das funções executivas, reduzindo os sintomas do transtorno.

 

O grupo foi selecionado entre mais de 2,1 mil projetos submetidos diretamente pelos estudantes ou por meio de feiras afiliadas à Febrace. Os trabalhos abrangem diversas áreas do conhecimento e representam estudantes de todos os estados brasileiros.

 

Os jovens e seus projetos serão avaliados por pesquisadores especialistas e os melhores ganharão troféus, medalhas, bolsas e estágios. Também concorrerão a 70 bolsas de iniciação científica Junior do CNPq e a uma vaga para representar o Brasil na Feira Internacional de Ciências e Engenharia da Intel, que será realizada em Los Angeles (EUA).

 

Grupo finalista Febrace

 

Sobre a FEBRACE

Promovida anualmente pela Poli-USP, por meio do Laboratório de Sistemas Integráveis (LSI), a FEBRACE é a maior feira brasileira pré-universitária de Ciências e Engenharia em abrangência, qualidade científica/tecnológica e visibilidade. Seu objetivo é estimular a cultura científica, a inovação e o empreendedorismo na educação básica, despertando novas vocações nessas áreas e induzindo práticas pedagógicas inovadoras nas escolas.

Pueri Domus é 1º colocado em ranking de satisfação e confiança dos pais

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O Pueri Domus ficou em 1º lugar no ranking dos 100 melhores colégios do Brasil em nível de satisfação dos pais e responsáveis. O levantamento foi feito pelo Instituto MESC (Melhores Empresas em Satisfação do Cliente), que identifica, por meio de pesquisas, os pontos positivos e as oportunidades de melhorias das empresas com foco nos clientes.

 

A pesquisa ocorreu entre janeiro de 2014 e março de 2016. Foram ouvidas mais de 14 mil pessoas em todo o Brasil. O nível de satisfação e confiança dos pais foi medido através de três dimensões: ‘Capacidade de Execução’, na qual foram avaliados itens como sinceridade, disponibilidade, exatidão, velocidade, ética, capacidade para soluções e problemas e credibilidade; ‘Atendimento’, que levou em consideração ambiente físico, divulgação dos canais de atendimento, cordialidade, proteção e sensibilidade; e ‘Valor’, que avaliou se o preço que o colégio pratica é acessível, se é melhor que o da concorrência, se há imparcialidade nas negociações e se existe conveniência para os pais.

 

Cerca de 2 mil colégios foram citados pelos respondentes e apenas 162 atingiram amostras estatísticas válidas para prosseguir com o aprofundamento do estudo com a auditoria de suas práticas. Destes, foram eleitos os 100 melhores na categoria ‘Colégios Particulares’, que ganharam o Prêmio Melhores Colégios em Satisfação dos Pais ou Responsáveis.

 

“Ficamos lisonjeados com o Prêmio e com a posição que atingimos no ranking. Agradecemos aos pais pela confiança depositada em nosso trabalho e pela parceria. A satisfação das famílias nada mais é do que um reflexo do trabalho sério que fazemos e do comprometimento com nossos alunos. Este reconhecimento mostra que estamos no caminho certo”, diz Lady Christina Sabadell, diretora geral do Pueri Domus.

Alunas da Unidade Itaim criam “Clube do Livro”

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Um grupo de alunas do 4º ano do Ensino Fundamental da unidade Itaim resolveu disseminar o hábito da leitura de uma forma diferente e criativa. Elas criaram o “Clube do Livro”, um espaço que funciona como uma espécie de biblioteca da qual se pode participar mediante doação de livros.

 

“Nós gostamos muito de ler e ficamos com vontade de criar um clube. Estávamos com muitos livros em casa e pensamos: por que não troca-los com outras pessoas que também gostam de ler?”, conta a aluna Naomi Gibin Tamura. Além dela, também fazem parte da organização do clube: Maria Manuela Coimbra Serra Fernandes, Beatriz Bandeira Vargas Fernandes, Marina de Paula Valadares e Ana Luísa Almeida Jasmins Dias Farinha.

 

O Clube do Livro fica na casa da Naomi, no Itaim Bibi, e qualquer aluno do Pueri Domus pode participar. Para isso, basta procurar por uma das meninas no 4º ano. A contrapartida para fazer parte é a doação de um ou mais livros de qualquer gênero, em bom estado.

 

“A quantidade de livros que você pode pegar emprestado é a mesma que você doou. Por exemplo, se você doar dois livros, pode emprestar dois durante o mês. Se doar três, pode emprestar três e assim por diante”, explica Naomi. “Mas tem que cuidar como se fosse seu”, pondera.

 

A paixão das meninas pelos livros tem uma explicação. Além do incentivo das famílias, a professora de Português dos 4º e 5º anos da unidade, Fabíola Gomes Pinho Reis, estimula a leitura em seus alunos de várias formas. “Procuro incentivar as crianças mandando sugestões e leio para elas com entusiasmo, pois também gosto de narrativas. No 5º ano, por exemplo, indiquei aos alunos a série ‘Gato Guerreiro’, e eles gostaram tanto que criaram um grupo no Whatsapp para discutir sobre a história. Só quem já tinha lido é que poderia participar, e isso fez com que muitos alunos reforçassem o hábito da leitura”, relata a professora.

Pueri Domus ganha Prêmio Aberje pelo projeto Pueri VideoLab

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O projeto Pueri VideoLab rendeu à Escola Pueri Domus e à sua agência parceira, a 301.yt, a vitória na categoria “Mídia Audiovisual” do Prêmio Aberje 2016, da Associação Brasileira de Comunicação Empresarial, que, em sua 42a edição, sustenta o título de mais tradicional reconhecimento das melhores práticas da comunicação empresarial brasileira. A cerimônia ocorreu no último dia 24 de novembro, no Buffet França, em São Paulo.

 

O Pueri VideoLab inspira-se nos YouTube Spaces, estúdios com equipamentos de última geração que são disponibilizados para que criadores de conteúdo em vídeo contem com todo o apoio para desenvolver suas produções. O laboratório se localiza na unidade Verbo Divino, mas está aberto a alunos de todas as unidades da rede. Equipamentos profissionais e recursos para a produção e edição de conteúdos audiovisuais – como as mais avançadas câmeras, sets de iluminação, ilha de edição, e fundo infinito, por exemplo – estão à disposição para a produção não só de trabalhos diretamente ligados às suas aulas, mas também para atividades que contribuam com o desenvolvimento dos alunos em atividades extracurriculares.

 

Especialmente para os alunos do 9º ano do Ensino Fundamental à 2ª série do Ensino Médio, há aulas que contam com a orientação de profissionais youtubers. Nelas, os alunos aprendem como roteirizar, produzir, gravar, atuar, editar, administrar e até mesmo a monetizar seus próprios canais no YouTube. O projeto está em sua segunda temporada.

 

“O Pueri VideoLab consome a maior parte do investimento publicitário para divulgação do Pueri Domus. Entendemos que ao convidar os alunos a protagonizarem a produção desta divulgação tornaríamos esse discurso muito mais legítimo e poderoso, pois não contaríamos somente com conteúdos audiovisuais de alta qualidade, apresentaríamos simultaneamente os cidadãos criativos, responsáveis e preparados para as competências do século XXI que a escola tem conseguido formar. Nesse sentido, muito mais que uma ferramenta de Marketing, o projeto é um ativo pedagógico da escola, cujo maior beneficiado é o aluno”, aponta Leandro Martins, diretor de Marketing do Grupo SEB, mantenedor da Escola Pueri Domus.

Projeto de professora da unidade Itaim é selecionado para congresso InovaEduca 3.0

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A professora de Ciências da unidade Itaim, Kátia Aparecida de Castro, sempre foi adepta de práticas diferentes de ensino em sala de aula, como as propostas pelo conceito GrowUp, adotado pela Escola Pueri Domus, em que o aluno é o protagonista de seu aprendizado e o professor um curador das informações. E resolveu documentar em vídeo uma atividade de Citologia que realizou com alunos do 8º ano. A prática foi considerada tão inovadora que o vídeo foi selecionado para ser apresentado no IV Congresso InovaEduca 3.0, que destaca iniciativas diferentes em sala de aula com uso de novas tecnologias.

 

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O vídeo da professora Kátia, que foi produzido com ajuda dos próprios alunos, será apresentado na próxima quarta-feira, dia 9 de novembro, no MIS (Museu da Imagem e do Som de São Paulo, como parte da programação do congresso. Apenas seis projetos foram selecionados em todo o Brasil.

 

Segundo a professora, a sequência didática que gerou o vídeo partiu da leitura prévia sobre Citologia, da listagem de conceitos sobre o assunto, debate e construção de maquetes com o uso de sucatas. Em seguida, os alunos socializaram as informações pesquisadas na sala GrowUp e participaram de um game no qual tinham que resolver exercícios em equipes. “Embora Citologia seja um tema um pouco complexo para o Ensino Fundamental II, foi muito divertido e os alunos realmente aprenderam”, conta Katia.

 

“Acredito muito nesse formato [de aula]. Toda a experiência que eu tenho em que o protagonista é o aluno, em que a aula é mais dialogada, que sai daquele modelo expositivo, com certeza funciona. Nós já trabalhamos este conceito há bastante tempo. É algo que já está no nosso DNA. E agora temos um recurso a mais, as salas GrowUp, e todo mundo falando a mesma linguagem”, diz a professora.

 

Conceito GrowUp

 

Adotado pelo Pueri Domus há um ano, o conceito GrowUp propõe um novo jeito de ensinar e de aprender, partindo do princípio de que se as gerações, o mercado de trabalho, a comunicação e a sociedade se transformam, a educação precisa estar à frente dessa evolução.

 

Neste novo conceito o professor é um organizador e facilitador, enquanto que o aluno é agente de sua formação. Sua motivação é pessoal, pois seu interesse e sua curiosidade são estimulados constantemente na busca por uma formação completa. Para isso, as salas de aula ganham um formato diferente: as lousas são móveis e podem ser usadas em qualquer lugar; os móveis são modulares e se encaixam de diferentes formas para estudo em grupo ou individual; há conexão de rede wi-fi e uso significativo de tecnologia.

 

Nas aulas GrowUp os alunos acessam os conteúdos em diferentes plataformas e de várias maneiras, por exemplo: livros, web, professores, colegas, aplicativos, games e redes sociais. Os professores elaboram dinâmicas, estabelecem regras, fases e pontuação para promover maior engajamento dos alunos e dos grupos nas atividades.

Atividade na aula de Português vira campanha de doação de livros na unidade Aclimação

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O que era para ser uma simples atividade na aula de Português do 7º ano da unidade Aclimação da Escola Pueri Domus, tornou-se uma campanha de doação de livros que beneficiará dezenas de crianças de uma instituição do bairro. A iniciativa é da professora Nanci de Souza Vallezi e dos próprios alunos, que organizaram a ação.

 

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“Trabalhávamos o gênero anúncio publicitário nas aulas de redação e levei a proposta de fazerem uma campanha de doação de livros para alguma instituição”, conta a professora. “Cada aluno produziu a campanha com seu próprio texto e imagem, e espalhamos quatro caixas coletoras pela escola. Os alunos também passaram nas outras salas para reforçar a comunicação”, relata.

 

Os livros arrecadados serão destinados à Casa Ninho, instituição que presta apoio a crianças carentes com câncer, que fica próxima à escola. Além de entregarem os livros pessoalmente, os alunos do 7º ano farão uma contação de histórias para os pequenos.

 

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“O Pueri Domus é uma escola que se propõe a educar e desenvolver seus alunos acadêmica e socialmente. Priorizamos formar indivíduos culturalmente inseridos, que entendam e usem seus conhecimentos com responsabilidade e que sejam agentes de transformação social. Esta iniciativa é um exemplo disso”, comenta a diretora da escola, Hélia Sanches Thomazinho.

 

A entrega dos livros será feita na segunda quinzena de novembro. Até lá, quem quiser pode contribuir com um livro infantil paradidático em bom estado. A unidade Aclimação fica ao lado do Parque da Aclimação, na Rua Muniz de Souza, 1051.

 

Ensino bilíngue pode começar antes da alfabetização e traz inúmeros benefícios

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Ao contrário do que muita gente pensa, o aprendizado de um segundo idioma pode começar quando a criança ainda é pequena, antes mesmo da alfabetização na língua materna. É o que afirmam especialistas quando questionados se existe uma idade perfeita para começar a aprender um segundo idioma.

 

A professora de Psicologia da Educação da PUC-SP, Maria Regina Maluf, explica, na reportagem “Um bom começo”, publicada em janeiro pela Folha de S. Paulo, que “nessa fase, os pequenos já desenvolveram uma linguagem expressiva e receptiva, ou seja, conseguem compreender e se comunicar”.

 

Mas será que as crianças não acabam confundindo as duas línguas? Segundo Maria Regina, não. Ela diz, na reportagem da Folha, “que o cérebro humano é muito plástico e não mistura as línguas. Ele lida com idiomas diferenciando os sistemas”.

 

Luciana Badra, coordenadora do Global Program, programa de ensino bilíngue da Escola Pueri Domus, afirma que desde seu nascimento a criança está geneticamente preparada para compreender e falar mais de um idioma. “Primeiramente ela passa a compreender o que está sendo dito para posteriormente produzir palavras e frases no segundo idioma”, explica. “O aprendizado é feito de forma natural, assim como a aquisição de sua língua materna”, diz.

 

A coordenadora destaca que, como a criança possui grande facilidade de compreensão, pois ainda não tem filtros sociais como vergonha e medo de errar, e tem uma predisposição natural para imitação, o aprendizado da segunda língua logo pode ser evidenciado pelos pais e professores. “As crianças incorporam os dois idiomas de forma a não confundi-los”, garante.

 

No Pueri Domus, os alunos já podem ingressar no ensino bilíngue aos 18 meses completos. “No Global Program, até a transição de 3 para 4 anos os pequenos ficam na escola somente meio período e são expostos ao inglês em 90% do tempo. Apenas aulas específicas como Artes, Educação Física e Música são ministradas em português”. A partir dos 4 anos as crianças passam a ficar na escola por 8 horas com aulas 50% em português e 50% em inglês, com professores diferentes para os dois currículos.

 

Benefícios

 

De acordo com Luciana, os benefícios e vantagens para as crianças que começam a aprender uma segunda língua desde cedo são inúmeros. Ela aponta que pesquisas da Universidade de Granada, na Espanha, demonstraram que o indivíduo bilíngue desenvolve melhor a memória e a percepção, além de conseguir concentrar-se mais e tomar decisões com mais precisão. “Além disso, pesquisadores da Universidade de York, no Canadá, descobriram que falar mais de um idioma fluentemente pode retardar doenças como o Alzheimer”, diz.

 

A coordenadora ainda menciona estudos também conduzidos pela Universidade de York, que mostraram que ser bilíngue facilita o processo de letramento e de alfabetização. “As crianças se apropriam da estrutura dos dois idiomas, o que é muito relevante durante o período da educação infantil”.

 

“Entre tantos outros benefícios, não podemos deixar de citar a importância da aprendizagem do inglês para conviver neste mundo globalizado e que o aprendizado precoce favorece a aquisição de um vocabulário amplo, facilitando a leitura e a escrita”, finaliza.

 

As vantagens de aprender um segundo idioma na infância

 

“Vários estudos, entre eles os da Universidade de Harvard e de Cornell – ambos nos EUA, vêm sendo feitos acerca do bilinguismo e seus efeitos em diferentes fases do desenvolvimento humano. Os resultados mostram que há inúmeras vantagens em aprender um segundo idioma em qualquer idade. Durante a infância, especificamente, quando a neuroplasticidade cerebral e o desenvolvimento linguístico e cognitivo estão em franca ascensão, os benefícios do bilinguismo incluem aspectos tanto linguísticos quanto cognitivos. Nessa fase, o bilinguismo melhora as habilidades de pensamento crítico da criança e aumenta as proficiências verbal e matemática. Além disso, quanto mais cedo se aprende uma segunda língua, maior a flexibilidade de pensamento, criatividade, habilidade de comunicação e noção espacial. Outros aspectos como capacidade de memória, foco, e concentração também são mais desenvolvidas no indivíduo bilíngue do que no monolíngue. Quanto mais cedo a segunda língua for aprendida, maior a chance do aprendiz assimilar aspectos do sistema sonoros e aproximar seu sotaque ao de um nativo.”

Letícia Pimentel e Nina Stocco – Sproutly.com.br

Alunos da unidade Aclimação reescrevem a fábula ‘A lebre e a tartaruga’

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Os alunos do 2º ano da unidade Aclimação aprenderam sobre a linguagem escrita de uma maneira diferente, divertida e real. Eles reescreveram a fábula “A Lebre e a Tartaruga” e criaram a própria moral da história com base em suas percepções e pelas situações de repertório deste tipo de gênero literário.

 

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O projeto foi realizado nas aulas do contra período pela professora Yara Fernanda Lourenço, com coordenação de Léia Costa. “O projeto teve como finalidade abordar a linguagem escrita levando em conta o propósito do texto, seus potenciais leitores e o gênero ‘fábula’, já trabalhado com esses alunos em sala de aula”, explica a professora.

 

“Por meio da reescrita de uma fábula familiar às crianças, fizemos com que elas se apropriassem da linguagem escrita e do sistema alfabético, além de torná-las cada vez mais autônomas para planejar, escrever e revisar seus futuros textos”, completa Yara.

 

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As crianças leram a fábula original em conjunto e conversaram sobre o enredo da história, os personagens e o ambiente. Em seguida, ditando o texto à professora, escreveram a história aprimorando questões como pontuação, paragrafação, verbo e sinônimos. Os textos foram lapidados pelos próprios alunos até adquirirem a estrutura do gênero ‘fábula’ de maneira clara e compreensível.

 

“O mais potente deste projeto é que as crianças sabiam que a reescrita seria publicada no Blog do Pueri. Isso os motivou muito, além de os aproximar das práticas de escrita que ocorrem fora do âmbito escolar, em que o escritor conta com um leitor, ou seja, o texto tem um destinatário”, conta Léia.

 

Veja como ficaram as versões das crianças:

 

A lebre e a tartaruga

 

Por Sophia Rodrigues e Rafael Garcia

 

Era uma vez uma lebre e ela viu uma tartaruga quando esse bicho lento estava andando devagar para a casa. No caminho a lebre estava caçoando da tartaruga, e ela falou:

– Você não pode ir mais rápido?

A raposa disse.

– Ela pode ir mais rápido.

A lebre perguntou.

– Vamos apostar uma corrida?

A tartaruga respondeu.

– Eu topo, lebre!

A raposa falou.

– Um, dois, três eeeeeee já!

A lebre correndo que nem o vento e a tartaruga saiu devagar como uma tartaruga. A lebre parou para tirar uma soneca, a tartaruga continuou. Quando ela viu a preguiçosa dormindo falou.

– Melhor não acordá-la.

Então uma mosca chegou voando no focinho da lebre. E ela acordou e lembrou da corrida. Correu como um vento, chegou no rio e já viu a tartaruga bebendo água. A lebre saiu de fininho, pensando na corrida que ela perdeu.

 

Moral: Velocidade não é tudo. Tem outros jeitos de ganhar.

 

A lebre e a tartaruga

 

Por Ana Clara Benassi, Bianca Roncio e Samuel Ramos

 

Num belo dia, os serelepes estavam brincando nas árvores. E a lebre perguntou para a tartaruga.

– Você tem alguma novidade?

– Não. Não tenho nenhuma.

– A lebre tinha uma novidade. E ela perguntou assim:

– Vamos fazer uma corrida?

A tartaruga perguntou:

– Com todos os animais da floresta?

A lebre falou:

– Não só com nós duas.

A tartaruga disse:

– Está bem.

A lebre falou para a raposa:

– A gente vai fazer uma corrida, eu e a tartaruga. Você pode dar o sinal?

E a raposa deu a partida no dia seguinte às cinco da manhã. A lebre estava correndo muito rápido e a tartaruga não viu ela. Mas a lebre de tanto correr, dormiu. A tartaruga passou o animal que estava dormindo e falou assim:

– Melhor não acordá-la.

A tartaruga ganhou a corrida.

 

Moral (por Samuel): Quem corre rápido fica mais cansado. Tem outros jeitos de ganhar.

 

Moral (por Ana Clara): Não importa ganhar, o importante é se divertir.

 

 

A lebre e a tartaruga (4)

Pueri Domus lança segunda fase do Pueri VideoLab com a participação de Pyoung Lee

Postado por Pueri Domus

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Pyoung Lee

 

O Pueri Domus acaba de lançar a segunda fase do projeto Pueri VideoLab, que dá oportunidade para alunos do 9º ano do Ensino Fundamental II à 2ª série do Ensino Médio de aprender a produzir, gravar e até monetizar vídeos no YouTube. Para o lançamento, que aconteceu no último dia 16 de agosto, tivemos a participação de uma das pessoas que mais entendem do assunto, o youtuber Pyong Lee.

 

Com 23 anos, coreano, formado em Direito e mágico profissional, antes de se tornar youtuber Pyong trabalhou em emissoras de TV como o SBT. Hoje é uma das figuras mais populares do YouTube e tem mais de 2 milhões de inscritos em seu canal “Pyoung Lee”, onde posta vídeos engraçadíssimos de hipnose e mágica.

 

Em sua visita ao Pueri Domus, ele conheceu o laboratório do Pueri VideoLab, bateu um papo com os alunos e conversou com o Blog do Pueri. Confira:

 

Pueri Domus – O que você achou do Pueri VideoLab? Gostou?

Pyong Lee – Achei muito inovador, incrível porque o Pueri Domus é um colégio tradicional que proporcionou esse avanço, essa oportunidade para a galera, e se atualizou dessa forma. Hoje muita gente ainda tem preconceito, não sabe o que é o YouTube, a profissão ‘youtuber’, internet, vídeos… Dar oportunidade aos alunos que assistem outros youtubers e desejam aprender e ser um influenciador e um criador digital é muito legal. O Pueri Domus é pioneiro nisso e ter um colégio que incentive isso é muito bom.

 

PD – Você é a prova viva de que o YouTube pode ser uma grande oportunidade profissional, não é mesmo?

P – Isso é uma realidade agora, já é uma profissão. E muita gente não tem ideia do tamanho, da dimensão disso. Para se ter uma ideia, vários youtubers com os quais tenho contato e com os quais trabalho junto ganham muito mais do que atores globais. A Kéfera, por exemplo, já ganha mais que o Rodrigo Santoro. É um trabalho que na verdade é empreendedor. O youtuber é um empreendedor que faz vídeos, que cria conteúdos, que vira uma celebridade, que é convidado para eventos, palestras, shows, ‘vira’ livros, recebe por licenciamento de produtos, cria conteúdo para a TV, cria conteúdo para a Netflix, etc. É um negócio tão gigante que as pessoas não têm ideia. Acho que, das novas, esta é a melhor profissão e a mais divertida, ao mesmo tempo em que gera tantos frutos, tantas oportunidades. Os jovens que querem iniciar nesse universo têm que entrar com essa cabeça, de que é um negócio mesmo, e tem que levar a sério.

 

PD – Que dica você dá para os jovens que desejam ser youtubers como você?

P – Primeiro de tudo tem que ter paixão pelo que faz e muita dedicação, porque não é fácil. As pessoas acham que é fácil porque “é só gravar vídeo, ganhar dinheiro, ficar famoso, viajar”, mas na verdade é algo que exige muito: muita coisa para entregar, responsabilidade com marcas grandes, responsabilidade geral. Não é uma brincadeira. Tem que ter uma regularidade, trabalhar todos os dias, você não tem horário. É muito cansativo, mas também é muito recompensador. Quem for começar tem que levar a sério, pois é um trabalho como qualquer outro, uma ‘empresa’, uma profissão. Tem que se dedicar, não desistir, fazer um controle de qualidade do conteúdo. Quanto mais inovador e diversificado o conteúdo, mais chance de dar certo. Enfim, o segredo é responsabilidade e paixão pelo que faz.

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